Taking too long? Close loading screen.
Obrigado pela sua visita!
Seja bem vindo!
Carregando
Aqui só toca curimba!
Seu lugar certo!

Radio Yorùbá

Aqui só toca curimba!

Faixa Atual

Título

Artista


Durante o governo Lula houve um aumento de impostos a cada 37 dias

Escrito por em 23/07/2025

Carga tributária atinge recorde com medidas que afetam de combustíveis a compras online.

Foto internet reprodução

O governo Lula aumentou ou criou impostos pelo menos 24 vezes desde que começou, em janeiro de 2023. Isso significa uma média de um novo aumento de impostos a cada 37 dias, segundo cálculo da Gazeta do Povo.

O aumento mais recente aconteceu no final de maio, quando a equipe econômica anunciou um novo pacote fiscal.

Além de congelar R$31,3 bilhões em despesas previstas no orçamento de ministérios, o governo anunciou mais uma rodada de aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

A medida atingiu seguros, operações de crédito para empresas e diversas transações de câmbio.

A equipe econômica precisou recuar em parte da alta do IOF que taxaria investimentos de brasileiros no exterior, menos de 24 horas após o anúncio, por causa da forte reação negativa do mercado.

Essa política de buscar mais recursos tem sido uma constante. Desde o primeiro dia do atual mandato, diversas frentes foram afetadas:

Combustíveis mais caros
Impostos federais como PIS, Cofins e Cide, que haviam sido reduzidos ou zerados no governo anterior, voltaram a incidir integralmente sobre a gasolina e o etanol.

O diesel e o biodiesel também tiveram a cobrança de PIS e Cofins restaurada em 2024.

Por um período de quatro meses em 2023, o governo chegou a criar um imposto temporário de 9,2% sobre a exportação de petróleo cru.

Empresas pagando mais
A carga tributária sobre as empresas também subiu. Alíquotas reduzidas de PIS/Cofins sobre receitas financeiras de grandes companhias foram revertidas.

Uma mudança no cálculo dos créditos de PIS/Cofins, com a exclusão do ICMS (imposto estadual) da base, resultou em mais imposto a pagar.

O governo também restringiu o uso dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), mecanismo que as empresas usavam para diminuir o pagamento de Imposto de Renda (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Incentivos fiscais de ICMS dados pelos estados (subvenções) passaram a ser tributados pela União (IRPJ e CSLL), a não ser que o dinheiro seja usado para investimento.

Foi criado um imposto mínimo de 15% sobre os lucros de multinacionais com grande faturamento no Brasil.

Além disso, o governo está tentando eliminar a desoneração da folha de pagamento para vários setores da economia e municípios.

Peso no consumo e importados
As compras em sites de e-commerce internacionais, como Shein e Shopee, que antes tinham isenção de imposto federal para valores abaixo de US$50, agora são taxadas.

Devido ao fim da isenção geral do Imposto de Importação e com a criação de uma nova taxa de 20% sobre essas pequenas compras, apelidada de “taxa das blusinhas”.

A importação de paineis solares e de veículos elétricos e híbridos também teve os impostos aumentados.

O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para armas de fogo e munições subiu consideravelmente, e o imposto de importação sobre diversos produtos de aço e ferro foi elevado para 25%, sob a justificativa de proteger a indústria nacional.

Investimentos e apostas no radar:
As populares apostas esportivas online, as “bets”, foram regulamentadas e passaram a ser taxadas, tanto para as empresas do setor, cobradas em 12% sobre a receita, quanto para os apostadores, que pagam 15% sobre os prêmios.

Os fundos de investimento exclusivos, geralmente usados por investidores de alta renda, tiveram a forma de cobrança do Imposto de Renda alterada pelo chamado “come-cotas”.

Os rendimentos de aplicações financeiras no exterior (offshores) também passaram a ser tributados anualmente em 15%.

Além disso, o governo ainda estuda um novo imposto sobre altas rendas e a taxação de dividendos, como forma de compensar o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda para salários mais baixos.

Reforma Tributária e o “Imposto do Pecado”:
A regulamentação da reforma tributária do consumo, já aprovada pelo Congresso, prevê um novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA) com uma alíquota que pode chegar a 28%.

O governo alega que a alíquota alta é necessária para compensar as diversas exceções e descontos concedidos a setores específicos, de forma a manter o nível atual de arrecadação.

A reforma também instituiu o Imposto Seletivo sobre produtos como cigarro e bebidas, apelidado de “imposto do pecado”, a partir de 2027.

Outras medidas:
O Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), criado durante a pandemia da Covid-19, foi extinto pelo governo Lula antes do prazo.

Houve também a tentativa de recriar o DPVAT, mas a cobrança efetiva do novo seguro, chamado SPVAT, foi revogada após negociações com o Congresso Nacional.

Loading


Opnião dos Leitores

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados com *