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Justiça de SP proíbe que aposentada investigada por racismo se aproxime do humorista Eddy Junior

Escrito por em 25/10/2022

Medida protetiva foi solicitada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa de São Paulo (DHPP) e proíbe também que agressora mantenha qualquer tipo de contato com vizinho do andar de cima, sob pena de prisão preventiva.

Foto reprodução Internet.

Medida protetiva foi solicitada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa de São Paulo (DHPP) e proíbe também que agressora mantenha qualquer tipo de contato com vizinho do andar de cima, sob pena de prisão preventiva.

A Justiça de São Paulo determinou que a aposentada Elisabeth Morrone, flagrada em xingamentos racistas contra o humorista e músico Eddy Junior na semana passada, mantenha distância de ao menos 300 metros do influencer, sob pena de prisão preventiva.

A medida protetiva foi solicitada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa de São Paulo (DHPP) e proíbe também que a agressora mantenha qualquer tipo de contato com o vizinho do andar de cima, mesmo por intermédio de terceiros.

O juiz também definiu que Elisabeth Morrone está proibida de frequentar o mesmo ambiente que Eddy Junior, especialmente nas áreas comuns do Condomínio United Home & Work.

A aposentada é alvo de uma investigação na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), onde o influencer prestou depoimento na última quarta-feira (19), após os xingamentos que recebeu na entrada do elevador do prédio.

Nova vítima
Outra moradora do condomínio do influenciador digital Eddy Júnior afirmou ter sofrido ataques racistas da mesma vizinha que o insultou. A advogada Nayara Cruz, contou que ela e o filho foram discriminados pela aposentada.

“Ela me abordou, me questionando por que eu estava na academia, porque o uso da academia era restrito a moradores. Eu falei que era moradora, e ela me questionou quanto eu paguei pelo meu apartamento. Teve um outro episódio que ela foi agressiva com o meu filho, que estava no hall brincando com outras crianças. Ela chamou o meu filho de vagabundo e disse que ele não poderia ficar no hall do prédio”, relatou a vítima.
A defesa de Elisabeth Morrone afirmou que desconhece o caso de Nayara Cruz e que por isso não vai se pronunciar.


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